Sucumbir à existência ao nascer. Sucumbir à escolarização e socialização ao crescer. Sucumbir à atividade laboral remunerada ao crescer mais um pouco. Sucumbir à perpetuação genética deixando crescer a torto e a direito zigotos. Sucumbir à inatividade física ao continuar a crescer mais outro pouco. Sucumbir à inexistência ao morrer.
Mediocrizando banalidades para apreender humanidades. Espaço de caráter pessoalíssimo, de âmbito psicologógico excretor para relativizar não somatizando. Eludindo diôgeneses mentais para despistar catatonias.